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O que dizem sobre a Kanno Arquitetura

Quem Somos

Consultoria completa para aprovação na Vigilância Sanitária em uma linha única

Arquitetas

Projetamos hospitais, clínicas e consultórios em conformidade com a RDC 50 da ANVISA — e conduzimos o processo até o alvará sanitário sair. Da primeira planta à obra entregue, com quem entende de saúde. Atendemos todo o Brasil. 

A Kanno Arquitetura nasceu para preencher uma lacuna no mercado: a falta de profissionais verdadeiramente especializados em arquitetura da saúde. Em um setor onde cada detalhe impacta na segurança dos pacientes e na eficiência operacional, não basta construir — é preciso dominar as normas e entender o funcionamento de um estabelecimento de saúde.

Julia e Luisa Kanno, arquitetas fundadoras da Kanno Arquitetura

Julia Kanno

Arquiteta e Urbanista — Mestre pela UnB

Luisa Kanno

Arquiteta — Especialista em BIM e Gestão em Saúde (Einstein)

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Anos de Experiência

Projeto-de-Arquitetura
Recepcao de clinica medica projetada pela Kanno Arquitetura 1
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O que é arquitetura hospitalar

Arquitetura hospitalar é a especialidade que projeta Estabelecimentos Assistenciais de Saúde — hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios e serviços de apoio diagnóstico — considerando controle de infecção, fluxos internos, biossegurança e conformidade com as normas sanitárias brasileiras. Na linguagem da ANVISA, esses estabelecimentos são chamados de EAS, e é essa sigla que aparece em toda a regulamentação do setor.

A diferença para a arquitetura convencional não está no acabamento. Está no fato de que, aqui, o projeto precisa ser aprovado por um órgão regulador antes da obra começar. A Vigilância Sanitária analisa a planta, o memorial e o detalhamento técnico, e só depois disso o estabelecimento caminha para o alvará que autoriza o funcionamento.

Isso muda a ordem das decisões. Em um edifício comum, o partido arquitetônico vem primeiro e as normas ajustam o desenho. Em um EAS, a norma define o desenho desde a primeira linha: a largura do corredor, o pé-direito, o tipo de acabamento, a posição da pia de higienização, a existência de antecâmara, a rota que o material contaminado percorre até sair do prédio. Quase nenhum metro quadrado é livre.

O custo de errar também é diferente. Um projeto reprovado não significa só refazer desenho — significa obra parada, cronograma estourado, equipamento comprado e encalhado, equipe contratada sem poder atender e faturamento adiado. Em muitos casos, significa demolir o que já foi executado.

É por isso que a arquitetura hospitalar não é uma variação da arquitetura corporativa com jaleco. É uma disciplina própria, que exige domínio normativo, leitura de fluxo assistencial e experiência prática de protocolo junto às Vigilâncias Sanitárias locais — que interpretam a mesma norma federal de maneiras diferentes. 

O que é arquitetura hospitalar
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Nossos Serviços de Arquitetura Hospitalar

Arquitetura Especializada para Cada Tipo de Estabelecimento de Saúde

ARQUITETURA PARA CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

ARQUITETURA PARA CLÍNICAS VETERINÁRIAS

ARQUITETURA PARA HOSPITAIS

ARQUITETURA PARA APROVAÇÃO NA VIGILÂNCIA SANITÁRIA

ARQUITETURA PARA DISTRIBUIDORA E FÁBRICAS DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS PARA SAÚDE

ARQUITETURA PARA FARMÁCIAS

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Design voltado para o Paciente
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Do projeto à aprovação na Vigilância Sanitária (VISA) à execução da obra

Nossos projetos atendem as normas da Vigilância Sanitária e melhoram a experiência de pacientes e equipe.

Com a Kanno Arquitetura, seu projeto já nasce dentro das normas.

Nossos Arquitetos

Um time de especialistas

Luisa Kanno

Arquiteta Especialista em BIM

Julia Kanno

Arquiteta Mestre pela UnB

As normas que regem um projeto de arquitetura hospitalar

RDC 50/2002 — ANVISA

É a norma central. A Resolução da Diretoria Colegiada nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, estabelece o regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de EAS. Ela substituiu a antiga Portaria 400/77 e trouxe uma lógica diferente: em vez de definir tipologias fechadas de edifício, parte das atividades que o estabelecimento vai realizar e, a partir delas, determina quais ambientes são necessários e quais requisitos cada um precisa cumprir.

RDC 51/2011 — ANVISA

Define os requisitos mínimos para a análise, avaliação e aprovação dos projetos físicos pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Na prática, é a norma que orienta o técnico do outro lado do balcão — quem entende a RDC 51 sabe antecipar o que será cobrado no protocolo. 

RDC 51/2011 — ANVISA

Norma Regulamentadora de segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde. Trata da proteção de quem trabalha no ambiente: manejo de perfurocortantes, exposição a agentes biológicos e químicos, radiações ionizantes. Vários requisitos dela têm reflexo direto no desenho. 

ABNT NBR 9050

Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Em ambiente de saúde é requisito estrutural, não cortesia: quem circula ali frequentemente tem mobilidade reduzida, permanente ou temporária.

Normas estaduais e municipais

Cada Vigilância Sanitária tem seus próprios procedimentos, formulários, prazos e interpretações da norma federal. O mesmo projeto pode passar direto em uma cidade e voltar com exigências em outra. É aqui que experiência de protocolo vale mais que conhecimento de manual.

 

Responsabilidade técnica

O Projeto Básico de Arquitetura (PBA) é protocolado acompanhado de relatório técnico e do Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) emitido junto ao CAU. Sem responsável técnico habilitado, não há protocolo.

Conhecer as normas é o mínimo. O que diferencia um projeto que aprova de primeira é saber como cada uma delas é lida na prática — e onde elas se contradizem.  

Ambientes hospitalares que projetamos

Cada ambiente de um estabelecimento de saúde tem exigências próprias de dimensionamento, acabamento, instalações e relação com os ambientes vizinhos. Projetar bem significa resolver cada um deles sem quebrar a lógica do conjunto.

Fachada e identidade

A fachada é o primeiro contato com o paciente. Em saúde, ela precisa transmitir seriedade sem parecer impessoal. Trabalhamos volumetria, materiais, iluminação e sinalização para que o estabelecimento seja reconhecido de longe e comunique confiança antes de alguém entrar.

Hall de entrada e acessos

Organizamos a chegada ao estabelecimento: entrada de pacientes, acesso de serviço e, quando necessário, embarque e desembarque. Um hall bem resolvido evita que quem chega para atendimento cruze com a operação interna do local.

Recepção e atendimento

O balcão de recepção resolve várias coisas ao mesmo tempo: acolher, orientar, controlar o acesso e permitir que a equipe trabalhe confortavelmente. Um cuidado que costuma passar batido em projetos genéricos é a privacidade da conversa — dados do paciente não devem ser ouvidos por quem está sentado na espera.

Sala de espera

A espera é onde o paciente forma opinião sobre o lugar. Dimensionamos considerando o número real de acompanhantes, o tempo médio de permanência e a rotatividade de atendimentos. Quando o perfil do estabelecimento pede, criamos espera separada para público infantil ou para grupos de pacientes com necessidades diferentes.

Consultórios e salas de atendimento

Layout que favorece a conversa entre profissional e paciente, com privacidade visual e acústica, boa iluminação e ergonomia para quem passa o dia inteiro no mesmo ambiente. Um detalhe recorrente: a posição da porta em relação à maca, que determina se o paciente fica exposto quando alguém entra.

Circulações e orientação

Corredores dimensionados para passagem confortável de maca e cadeira de rodas, com sinalização que permita a qualquer pessoa encontrar o caminho sem precisar perguntar. Estabelecimento em que o paciente se perde gera sobrecarga direta na recepção.

Circulações e orientação

Depósitos, guarda de insumos, área de material de limpeza e espaço para resíduos. Não aparecem em foto nenhuma, mas são os ambientes que mais geram problema quando ficam de fora do projeto.

Atuamos também nos ambientes técnicos e assistenciais de cada tipo de estabelecimento — entre eles centro cirúrgico, sala de procedimentos, unidade de terapia intensiva, central de material e esterilização, sala de coleta, diagnóstico por imagem, sala de aplicação e farmácia — sempre com o dimensionamento e os requisitos definidos caso a caso, conforme o serviço prestado e a Vigilância Sanitária competente.

Como funciona um projeto na Kanno

A RDC 50 organiza o desenvolvimento de um projeto físico em etapas consecutivas, a partir do programa de necessidades. Seguimos essa lógica e acrescentamos o que a norma não cobre: a condução do protocolo e o acompanhamento da obra.

1. Programa de necessidades

Levantamos quais atividades o estabelecimento vai realizar, qual o volume esperado de atendimento e qual a equipe. É a partir dessa lista que se define quais ambientes são obrigatórios — e não o contrário. 

2. Estudo preliminar

Setorização, estudo de fluxos e verificação de viabilidade na área disponível. É aqui que descobrimos, com antecedência, se o imóvel comporta o que o cliente pretende operar. Muitos problemas caros são evitados nesta etapa. 

3. Projeto Básico de Arquitetura (PBA)

Plantas, cortes, layout, memorial descritivo, relatório técnico e o RRT emitido junto ao CAU. É o documento que a Vigilância Sanitária analisa. 

4. Aprovação na Vigilância Sanitária

Protocolamos, acompanhamos a tramitação e respondemos às exigências, quando houver. O cliente não precisa entender o processo nem negociar com o órgão — essa parte é nossa.

5. Projeto executivo

Detalhamento para execução, compatibilizado com os projetos complementares: elétrica, hidráulica, climatização, gases medicinais e dados. Sem compatibilização, o conflito aparece na obra, e resolver na obra custa muito mais caro.

6. Execução e gerenciamento de obra

Acompanhamos a execução para garantir que o que foi aprovado seja o que será construído. Obra que diverge do projeto aprovado é problema na fiscalização — e, dependendo do caso, impede o alvará.

Julia e Luisa Kanno, arquitetas fundadoras da Kanno Arquitetura
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FAQ

Perguntas frequentes sobre arquitetura hospitalar

É a especialidade que projeta Estabelecimentos Assistenciais de Saúde — hospitais, clínicas, consultórios e laboratórios — considerando controle de infecção, fluxos internos, biossegurança e conformidade com a RDC 50 da ANVISA. Diferente da arquitetura convencional, o projeto precisa de aprovação prévia da Vigilância Sanitária para que o estabelecimento funcione.

A principal é a RDC 50/2002 da ANVISA, que define o regulamento técnico para projetos físicos de EAS. Somam-se a RDC 51/2011, que trata da análise e aprovação pela Vigilância Sanitária, a NR-32 de biossegurança, a ABNT NBR 9050 de acessibilidade e as normas específicas de cada VISA estadual ou municipal.

Sim, se ele presta serviço de assistência ou de interesse à saúde humana e está constituído como pessoa jurídica. A exigência vale para construções novas, reformas de estabelecimentos existentes e ampliações de área. O PBA aprovado é condição prévia para o alvará sanitário.

Precisa. Reformas e ampliações de estabelecimentos já em funcionamento estão sujeitas à apresentação do PBA. Executar obra sem aprovação prévia é o erro mais caro que um gestor pode cometer — a fiscalização pode exigir a demolição do que foi construído fora do que seria aprovável.

O arquiteto especializado projeta já sabendo o que será cobrado no protocolo. Isso reduz retrabalho, evita reprovação e encurta o caminho até o alvará. Em ambiente de saúde, o custo de um projeto que volta com exigências raramente é o honorário — é a obra parada e a inauguração adiada.

Sim. Atendemos projetos em todo o Brasil, com adequação às exigências da Vigilância Sanitária de cada estado e município.

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