PROJETO PREPARADO PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA
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TUDO EM UM SÓ LUGAR
SEU PROJETO NAS MÃOS
DE QUEM ENTENDE DE SAÚDE
Mestres pela UnB | Formação internacional em Sistemas de Saúde
Mhaisa Aragão NutricionistaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Sinceramente só tenho agradecer o trabalho. Estavam sempre à disposição para sanar qualquer dúvida. Devido conhecimento na área fizeram o trâmite de aprovação na vigilância ser rápido. É além disso, a clinica está lindaaaa! Obrigada por realizar o nosso sonho! Fábio SolonTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelentes profissionais, flexíveis e com conhecimentos técnicos bem aprofundados. Vale o investimento. Empresa acima da média. Patricia RodriguesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissionais altamente competentes, atenciosas, entregaram tudo no prazo e estou muito satisfeita com o resultado. Recomendo a todos que façam com elas! João Paulo Siqueira ResndeTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Super profissionais e competentes! Todos meus projetos foram feitas pela Kanno arquitetura. Melina AlmeidaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Fiz a reforma do meu consultório odontológico com elas e simplesmente amei tudo!!!!! Muito dedicadas, com ótimo gosto, entregam tudo sem atraso e super acessíveis . Super recomendo!!! Carlos HoritaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Solicitei os serviços da Kanno Arquitetura para realização de um projeto residencial. Além de cumprirem o cronograma estipulado e serem atenciosas para sanar eventuais dúvidas, conseguiram botar no papel exatamente o que estava imaginando. Recomendo! Ingrid ResendeTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Equipe super competente e de bom gosto. Fiquei muito satisfeita com o atendimento. Carolina SolonTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissionais qualificadas, acolhedoras e atentas as necessidades do cliente. Além do bom gosto! Super recomendo a Kanno Arquitetura!
Projetamos hospitais, clínicas e consultórios em conformidade com a RDC 50 da ANVISA — e conduzimos o processo até o alvará sanitário sair. Da primeira planta à obra entregue, com quem entende de saúde. Atendemos todo o Brasil.
A Kanno Arquitetura nasceu para preencher uma lacuna no mercado: a falta de profissionais verdadeiramente especializados em arquitetura da saúde. Em um setor onde cada detalhe impacta na segurança dos pacientes e na eficiência operacional, não basta construir — é preciso dominar as normas e entender o funcionamento de um estabelecimento de saúde.
Arquiteta e Urbanista — Mestre pela UnB
Arquiteta — Especialista em BIM e Gestão em Saúde (Einstein)
Arquitetura hospitalar é a especialidade que projeta Estabelecimentos Assistenciais de Saúde — hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios e serviços de apoio diagnóstico — considerando controle de infecção, fluxos internos, biossegurança e conformidade com as normas sanitárias brasileiras. Na linguagem da ANVISA, esses estabelecimentos são chamados de EAS, e é essa sigla que aparece em toda a regulamentação do setor.
A diferença para a arquitetura convencional não está no acabamento. Está no fato de que, aqui, o projeto precisa ser aprovado por um órgão regulador antes da obra começar. A Vigilância Sanitária analisa a planta, o memorial e o detalhamento técnico, e só depois disso o estabelecimento caminha para o alvará que autoriza o funcionamento.
Isso muda a ordem das decisões. Em um edifício comum, o partido arquitetônico vem primeiro e as normas ajustam o desenho. Em um EAS, a norma define o desenho desde a primeira linha: a largura do corredor, o pé-direito, o tipo de acabamento, a posição da pia de higienização, a existência de antecâmara, a rota que o material contaminado percorre até sair do prédio. Quase nenhum metro quadrado é livre.
O custo de errar também é diferente. Um projeto reprovado não significa só refazer desenho — significa obra parada, cronograma estourado, equipamento comprado e encalhado, equipe contratada sem poder atender e faturamento adiado. Em muitos casos, significa demolir o que já foi executado.
É por isso que a arquitetura hospitalar não é uma variação da arquitetura corporativa com jaleco. É uma disciplina própria, que exige domínio normativo, leitura de fluxo assistencial e experiência prática de protocolo junto às Vigilâncias Sanitárias locais — que interpretam a mesma norma federal de maneiras diferentes.
Trabalhe com quem entende:
Nossos projetos atendem as normas da Vigilância Sanitária e melhoram a experiência de pacientes e equipe.
Com a Kanno Arquitetura, seu projeto já nasce dentro das normas.
Arquiteta Especialista em BIM
Arquiteta Mestre pela UnB
É a norma central. A Resolução da Diretoria Colegiada nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, estabelece o regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de EAS. Ela substituiu a antiga Portaria 400/77 e trouxe uma lógica diferente: em vez de definir tipologias fechadas de edifício, parte das atividades que o estabelecimento vai realizar e, a partir delas, determina quais ambientes são necessários e quais requisitos cada um precisa cumprir.
Define os requisitos mínimos para a análise, avaliação e aprovação dos projetos físicos pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Na prática, é a norma que orienta o técnico do outro lado do balcão — quem entende a RDC 51 sabe antecipar o que será cobrado no protocolo.
Norma Regulamentadora de segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde. Trata da proteção de quem trabalha no ambiente: manejo de perfurocortantes, exposição a agentes biológicos e químicos, radiações ionizantes. Vários requisitos dela têm reflexo direto no desenho.
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Em ambiente de saúde é requisito estrutural, não cortesia: quem circula ali frequentemente tem mobilidade reduzida, permanente ou temporária.
Cada Vigilância Sanitária tem seus próprios procedimentos, formulários, prazos e interpretações da norma federal. O mesmo projeto pode passar direto em uma cidade e voltar com exigências em outra. É aqui que experiência de protocolo vale mais que conhecimento de manual.
O Projeto Básico de Arquitetura (PBA) é protocolado acompanhado de relatório técnico e do Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) emitido junto ao CAU. Sem responsável técnico habilitado, não há protocolo.
Conhecer as normas é o mínimo. O que diferencia um projeto que aprova de primeira é saber como cada uma delas é lida na prática — e onde elas se contradizem.
Cada ambiente de um estabelecimento de saúde tem exigências próprias de dimensionamento, acabamento, instalações e relação com os ambientes vizinhos. Projetar bem significa resolver cada um deles sem quebrar a lógica do conjunto.
A fachada é o primeiro contato com o paciente. Em saúde, ela precisa transmitir seriedade sem parecer impessoal. Trabalhamos volumetria, materiais, iluminação e sinalização para que o estabelecimento seja reconhecido de longe e comunique confiança antes de alguém entrar.
Organizamos a chegada ao estabelecimento: entrada de pacientes, acesso de serviço e, quando necessário, embarque e desembarque. Um hall bem resolvido evita que quem chega para atendimento cruze com a operação interna do local.
O balcão de recepção resolve várias coisas ao mesmo tempo: acolher, orientar, controlar o acesso e permitir que a equipe trabalhe confortavelmente. Um cuidado que costuma passar batido em projetos genéricos é a privacidade da conversa — dados do paciente não devem ser ouvidos por quem está sentado na espera.
A espera é onde o paciente forma opinião sobre o lugar. Dimensionamos considerando o número real de acompanhantes, o tempo médio de permanência e a rotatividade de atendimentos. Quando o perfil do estabelecimento pede, criamos espera separada para público infantil ou para grupos de pacientes com necessidades diferentes.
Layout que favorece a conversa entre profissional e paciente, com privacidade visual e acústica, boa iluminação e ergonomia para quem passa o dia inteiro no mesmo ambiente. Um detalhe recorrente: a posição da porta em relação à maca, que determina se o paciente fica exposto quando alguém entra.
Corredores dimensionados para passagem confortável de maca e cadeira de rodas, com sinalização que permita a qualquer pessoa encontrar o caminho sem precisar perguntar. Estabelecimento em que o paciente se perde gera sobrecarga direta na recepção.
Depósitos, guarda de insumos, área de material de limpeza e espaço para resíduos. Não aparecem em foto nenhuma, mas são os ambientes que mais geram problema quando ficam de fora do projeto.
Atuamos também nos ambientes técnicos e assistenciais de cada tipo de estabelecimento — entre eles centro cirúrgico, sala de procedimentos, unidade de terapia intensiva, central de material e esterilização, sala de coleta, diagnóstico por imagem, sala de aplicação e farmácia — sempre com o dimensionamento e os requisitos definidos caso a caso, conforme o serviço prestado e a Vigilância Sanitária competente.
A RDC 50 organiza o desenvolvimento de um projeto físico em etapas consecutivas, a partir do programa de necessidades. Seguimos essa lógica e acrescentamos o que a norma não cobre: a condução do protocolo e o acompanhamento da obra.
Levantamos quais atividades o estabelecimento vai realizar, qual o volume esperado de atendimento e qual a equipe. É a partir dessa lista que se define quais ambientes são obrigatórios — e não o contrário.
Setorização, estudo de fluxos e verificação de viabilidade na área disponível. É aqui que descobrimos, com antecedência, se o imóvel comporta o que o cliente pretende operar. Muitos problemas caros são evitados nesta etapa.
Plantas, cortes, layout, memorial descritivo, relatório técnico e o RRT emitido junto ao CAU. É o documento que a Vigilância Sanitária analisa.
Protocolamos, acompanhamos a tramitação e respondemos às exigências, quando houver. O cliente não precisa entender o processo nem negociar com o órgão — essa parte é nossa.
Detalhamento para execução, compatibilizado com os projetos complementares: elétrica, hidráulica, climatização, gases medicinais e dados. Sem compatibilização, o conflito aparece na obra, e resolver na obra custa muito mais caro.
Acompanhamos a execução para garantir que o que foi aprovado seja o que será construído. Obra que diverge do projeto aprovado é problema na fiscalização — e, dependendo do caso, impede o alvará.
FAQ
É a especialidade que projeta Estabelecimentos Assistenciais de Saúde — hospitais, clínicas, consultórios e laboratórios — considerando controle de infecção, fluxos internos, biossegurança e conformidade com a RDC 50 da ANVISA. Diferente da arquitetura convencional, o projeto precisa de aprovação prévia da Vigilância Sanitária para que o estabelecimento funcione.
A principal é a RDC 50/2002 da ANVISA, que define o regulamento técnico para projetos físicos de EAS. Somam-se a RDC 51/2011, que trata da análise e aprovação pela Vigilância Sanitária, a NR-32 de biossegurança, a ABNT NBR 9050 de acessibilidade e as normas específicas de cada VISA estadual ou municipal.
Sim, se ele presta serviço de assistência ou de interesse à saúde humana e está constituído como pessoa jurídica. A exigência vale para construções novas, reformas de estabelecimentos existentes e ampliações de área. O PBA aprovado é condição prévia para o alvará sanitário.
Precisa. Reformas e ampliações de estabelecimentos já em funcionamento estão sujeitas à apresentação do PBA. Executar obra sem aprovação prévia é o erro mais caro que um gestor pode cometer — a fiscalização pode exigir a demolição do que foi construído fora do que seria aprovável.
O arquiteto especializado projeta já sabendo o que será cobrado no protocolo. Isso reduz retrabalho, evita reprovação e encurta o caminho até o alvará. Em ambiente de saúde, o custo de um projeto que volta com exigências raramente é o honorário — é a obra parada e a inauguração adiada.
Sim. Atendemos projetos em todo o Brasil, com adequação às exigências da Vigilância Sanitária de cada estado e município.
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