ARQUITETURA PARA HOSPITAIS

ARQUITETURA PARA HOSPITAIS

Arquitetura hospitalar é o projeto de um estabelecimento de saúde organizado pelos fluxos de pacientes, equipe e materiais e pelas exigências da RDC 50 da Anvisa, aprovado na Vigilância Sanitária antes de a obra começar. É isso que separa um hospital de uma obra comercial: cada ambiente tem área mínima, instalação e rota definidas por norma.

Um exemplo recente da Kanno é um centro cirúrgico de 600 m² em São Paulo, para cirurgia plástica da face, com um auditório voltado para a sala de cirurgia. O escritório fica em Brasília, atende projetos hospitalares em todo o Brasil e tem mais de 200 projetos aprovados na Vigilância Sanitária.

Os projetos são conduzidos pelas arquitetas Julia Kanno e Luisa Kanno. Julia é mestre pela UnB, especialista em arquitetura de sistemas de saúde, já dirigiu a regional da ABDEH (Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar) e integra grupo de pesquisa da IEA (International Energy Agency). Luisa é especialista em BIM e pós-graduada em Gestão em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

Cumprir a norma é o ponto de partida. Além da RDC 50, o projeto trata iluminação, conforto térmico, ventilação, ergonomia, acessibilidade e sustentabilidade, porque o ambiente pesa na recuperação do paciente e no dia a dia de quem trabalha ali.

Se você está planejando um hospital, uma ampliação ou uma reforma com o hospital funcionando, fale com a Kanno Arquitetura.

ARQUITETURA PARA HOSPITAIS
Aprovação na Vigilância Sanitária

PMPP- Vigilância Sanitária

Para o perfeito funcionamento do seu estabelecimento ligado à prestação de saúde é necessário o Alvará Sanitário autorizando o funcionamento do seu imóvel. E a aprovação do Projeto Básico de Arquitetura é uma condição prévia para conseguir esse documento. 

Para aprovar o projeto na VISA (Vigilância Sanitária), é necessário contratar um Arquiteto com conhecimento na área. O Profissional irá elaborar o projeto arquitetônico de acordo com as normas e códigos locais e juntamente ao projeto serão protocolados o relatório técnico e a emissão da RRT (Registro de Responsabilidade Técnica).

Após a aprovação do projeto você poderá executar tranquilamente a sua obra. Mas atenção! A execução deverá seguir o projeto aprovado para garantir que você não terá problema com a Vigilância Sanitária.

Arquitetura para saúde

Perguntas frequentes sobre projeto de arquitetura hospitalar

O que diferencia um projeto hospitalar de uma obra comercial?

O projeto hospitalar organiza fluxos que não podem se cruzar — paciente, equipe, material limpo e material sujo —, dimensiona ambientes por norma e responde a exigências de biossegurança. Além disso, precisa de aprovação prévia da Vigilância Sanitária antes da obra começar.

Quais etapas compõem um projeto de hospital?

A RDC 50 organiza o desenvolvimento em etapas consecutivas: programa de necessidades, estudo preliminar, projeto básico de arquitetura, aprovação na Vigilância Sanitária e projeto executivo. Cada etapa depende da anterior estar fechada.

O que é o fluxo limpo e sujo?

É a separação entre o material esterilizado e o material contaminado dentro do estabelecimento, para que não compartilhem a mesma rota. É um dos pontos que a Vigilância Sanitária analisa com mais atenção no projeto.

Hospital em funcionamento pode ser reformado por etapas?

Pode, e costuma ser a única opção. O projeto precisa prever o faseamento da obra, as rotas provisórias e o isolamento das áreas em intervenção, para que o atendimento continue durante a execução.

Quem assina a responsabilidade técnica?

O arquiteto responsável, por meio do RRT emitido junto ao CAU. O documento acompanha o Projeto Básico de Arquitetura no protocolo junto ao órgão sanitário.

Qual a diferença entre um arquiteto hospitalar e um arquiteto comum?

O arquiteto hospitalar trabalha com as normas sanitárias da saúde, principalmente a RDC 50, e desenha a partir dos fluxos de paciente, equipe e material. Ele conhece o trâmite de aprovação na Vigilância Sanitária e a compatibilização com instalações médicas, como gases, climatização e proteção radiológica, que um projeto comercial comum não exige.

Como escolher um escritório de arquitetura hospitalar?

Peça projetos de saúde já aprovados na Vigilância Sanitária e pergunte quem assina o RRT, como o escritório conduz o protocolo e o que acontece se vier pendência. Confira também se o projeto inclui o executivo e a compatibilização das instalações, e se a equipe já trabalhou com estabelecimentos do porte do seu.

Como definimos o orçamento do projeto

Cada hospital tem um porte, uma especialidade e uma complexidade diferentes, por isso o orçamento é feito sob medida, depois de entender o seu caso. O que mais pesa no valor:

  • Porte e unidades funcionais: quantas das oito unidades da RDC 50 entram no programa e qual a metragem de cada uma.
  • Reforma ou obra nova: em reforma, o levantamento do que já existe entra no trabalho.
  • Áreas de maior complexidade: centro cirúrgico, UTI, central de material esterilizado e imagem exigem mais detalhamento e compatibilização com as instalações.
  • Escopo contratado: só o projeto para aprovação na Vigilância Sanitária, ou também projeto executivo, interiores e acompanhamento de obra.

Para receber o orçamento, conte o seu caso pelo WhatsApp: tipo de estabelecimento, cidade e metragem aproximada. A gente responde com os próximos passos.

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